Salvador, 18 de julho de 2019
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Polemista, desbocado, bem humorado e sobretudo grande compositor brasileiro. O convidado deste sábado (26), às 17h é influencia assumida de vários outros que já passaram pelo Segue o Som: Raimundo Fagner.

Bar do Anísio

O papo com Mariano Marovatto foi longo. Fagner lembra o Bar do Anísio, ponto de encontro em Fortaleza de artistas, intelectuais e todos os grandes compositores cearenses da sua geração.

Sobre o cobiçado disco Manera Frufru, seu primeiro LP, com Naná Vasconcelos, Ivan Lins e Nara Leão, Fagner  conta o porquê do disco ter sido retirado das lojas e o problema processual da família de Cecília Meireles. Além do disco, cita a canção Canteiros, que tem versos de Cecília.

Orós e parcerias

Fala, ainda, do álbum Orós (1977), de como conheceu Hermeto Pascoal, e conta duas grandes histórias, uma com George Herrison e outra com George Martin.

Sobre a música Borbulhas de Amor, diz como  chegou a esta canção e da versão que Roberto Carlos e Eramos Carlos fariam da música.

Lembra da sua parceria com Ferreira Gullar e Zeca Baleiro e  também do ano de 1974, quando sem gravadora mergulhou no universo do futebol. Vamos conhecer as histórias e a relação com seu pai, de origem libanesa que era cantor de rádio no seu país, o Líbano.

Polêmicas

Polêmicas: Belchior ou Elis Regina, quem foi o mais importante para o início de sua carreira? Ele costuma dizer que não há nada de bom na música brasileira. E como Fagner vê o futuro da música no Brasil?

Junto com suas histórias e respostas surpreendentes, o programa traz ainda a música libanesa, Rodger, Gonzagão, Elvis Costello, Hermeto Pascoal, Zeca Baleiro, Ary Barroso, discos clássicos fora de catálogo e a música cearense dos últimos 100 anos.

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